Publicamos abaixo respostas a perguntas recebidas de pontepretanos pelo site oficial, de maneira a mais uma vez esclarecer as possíveis dúvidas sobre os projetos Arena Ponte Preta e Centro de Formação de Atletas (CFA).
O que falta para o projeto Arena Ponte Preta se tornar realidade?
Em primeiro lugar, a aprovação dos associados do clube em assembléia. Por mais que o presidente Sérgio Carnielli tenha sido reeleito tendo entre suas principais propostas de construir a Arena, o que dá legitimidade ao projeto, há que se seguir o rito normal para uma decisão tão importante no destino do clube.
Quando começam as obras da Arena? E quando terminam?
Uma vez aprovado o projeto em Assembléia, as obras poderão ser iniciadas. O prazo de construção é de dois anos.
Se o Majestoso for vendido, o time vai ficar sem estádio enquanto a Arena é construída?
De maneira alguma. A venda do Majestoso é, sim, uma forma de captar recursos para o projeto. Porém a proposta de venda – que funcionará como nos moldes de uma licitação pública - inclui determinações como a de que o estádio só será entregue quando a Arena estiver pronta.
O Majestoso será demolido?
A licitação também inclui itens garantindo a preservação da memória do Majestoso, entre os quais a determinação de que a fachada do estádio será mantida, independentemente de ele ser ou não demolido para a construção de um condomínio ou de outra obra. Portanto, em respeito ao torcedor e à memória pontepretana, o Majestoso será eternizado.
A denominação "Arena Ponte Preta" é o nome do projeto, ou seja, um nome fantasia para o futuro Estádio? Será respeitada a letra do Hino da Ponte Preta, criada pelo saudoso Renato Silva?
A Arena não tem nome definido, mas a idéia é funcionar com o sistema de Naming Rigths, isso é, um patrocinador pode associar seu nome ao dela. Foi o que ocorreu, por exemplo, na Arena da Baixada (do Atlético Paranaense), que foi até recentemente patrocinada pela Kyocera Mita. É o que ocorrerá também com a nova Arena do Grêmio (RS). Nada impede, porém, que a Arena tenha um apelido como já ocorre com o Moisés Lucarelli. E, se a torcida quiser, o apelido pode ser Majestoso como já ocorre com o Estádio Moisés Lucarelli. O nome do saudoso Moisés deverá ser atribuído ao Museu permanente no qual os torcedores poderão ver o acervo de memória da Ponte Preta.
Por que a Arena é um bom investimento?
Além do alto padrão, mais conforto e espaço, não se trata de um simples conjunto de arquibancadas, mas de uma Arena multiuso, rentável, que será utilizada sete dias por semana. A Arena terá uma série de boas receitas advindas de direitos de nome, publicidade, bilheteria, estacionamento, shows, eventos e aluguel de espaços.
Como se estipulou a capacidade do estádio?
A capacidade do estádio foi calculada levando-se em consideração o espaço disponível e a relação custo-benefício. Além disso, foi tomado o cuidado de se fazer um projeto Padrão FIFA, adequado, portanto, a sediar grandes finais e eventos.
O Estádio terá uma área diferenciada com ingressos a preços mais populares?
O projeto prevê diferenciação com a divisão por setores. Todos os assentos, porém, são cobertos e têm boa visibilidade do campo.
Foi realizada uma pesquisa de mercado pelos idealizadores do projeto, com relação a capacidade ideal do Estádio e se haveria a necessidade de haver camarotes em toda a volta?
Sim, o projeto foi idealizado após pesquisas não só no mercado brasileiro, como também junto a organizações internacionais. Não custa repetir: trata-se de uma Arena padrão FIFA.
Os donos de camarotes atuais terão prioridade na escolha dos mesmos no novo Estádio? Como os pontepretanos donos dos camarotes da cabeceira reservada a torcida adversária assistirão aos jogos em dias de clássicos?
Conforme já foi divulgado no site oficial, a Comissão de Estudos apresentou uma proposta sugerindo que os donos de camarotes terão os pagamentos efetivados transformados em tempo de aluguel, visto que na Arena os camarotes não serão vendidos e, sim, alugados. Quanto à prioridade de escolha, ela não foi definida ainda.
Os sócios da Unidade Eulina ficarão sem clube?
Não. Eles serão realocados durante o período de construção e ganharão um novo clube, com instalações mais modernas, após a conclusão da Arena.
Deixar de lado o atual estádio não é uma ofensa à memória de Moisés Lucarelli?
Não, tanto que o próprio filho de Moisés Lucarelli , Nino, apóia a iniciativa, e garante que o pai faria o mesmo. “Esta é uma oportunidade que a Ponte Preta não pode perder. Meu pai tinha uma visão pioneira das coisas e tenho certeza que estaria à frente de um projeto como esse”.
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